quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

As fotos do Clube Escola que eu falei que iria por :

↑ ALii em cima é a piscina ↑



A Sthefany e a Aline ↑




E Esse aí é o Davi ↑

domingo, 16 de janeiro de 2011

Jesus - Um Radicail Livre

A igreja brasileira está gerando uma nova nação de filhos, porém eles precisam ser “filhos semelhantes a Jesus”.

Que tipo de filhos estamos gerando? Filhos semelhantes a Jesus, ou filhos que são sub-produto da religião?. Devemos avaliar o nosso DNA para que com temor e tremor edificarmos a casa de Deus e não a Babel dos últimos dias; nós certamente reproduziremos o que somos, pois Deus é quem estabeleceu o princípio de que “cada semente deve gerar segundo a sua espécie” Gn1:12, por isso ao olharmos para nós como igreja veremos o tipo de igreja que estamos gerando.
Para nós, a conquista de um país é muito mais do que denomina-lo “evangélico”, é antes o estabelecimento de uma nova raça, um novo tipo de gente e não um novo “estereótipo” evangélico, a raça dos irmãos do “primogênito”.
Hoje em dia, a religião tem gerado muitos profissionais - cristãos, mas nós queremos gerar CRISTÃOS –PROFISSIONAIS, e há uma grande diferença nisso.
Queremos um povo que teve não apenas o seu espírito salvo, mas também sua mente e condutas alteradas, que sabe, que antes de ser qualquer coisa, é um ministro de Deus onde vive, estuda, trabalha e descansa, estão centrados não na profissão que exercem, mas na palavra daquele que o criou e governa.

Um cristão advogado por exemplo, deve ter a revelação de que antes de ser um advogado é “um rei e sacerdote”, é um ministro de Deus dentro da advocacia, o capelão dos “advogado encarcerado” pelo mundo sem Deus, é o advogado que não se vende pelo suborno dos delegados e políticos corruptos, pois ele mesmo já foi comprado por alto preço, o sangue de Jesus, o seu compromisso é com o grande Juiz, que tem o poder de “abrir portas que ninguém pode fechar e fechar portas que ninguém pode abrir”, Deus, que trabalha para que o inocente esteja livre e que o bandido seja preso justamente e não injustamente, alem do que deveria; ele trabalha para a justiça, para defender o rico e o pobre, mas, para que, se preciso for, prender também tanto o rico quanto o pobre, pois ele é imparcial e justo como aquele que é o reto Juiz.

Não queremos cristãos de finais de semana, queremos ministros que vivem nas ruas dessa nação manifestando a vida de Deus, sendo resposta de justiça e esperança para um povo carente de Deus.
Não queremos ditar normas e preceitos, uma cartilha cheia de regras de como ser um cristão ao onde vive, queremos alargar sua visão a respeito de ser igreja e gerar uma nação para Deus; queremos reproduzir homens e mulheres que vão cumprir o propósito original de Deus – um povo que manifesta a “sua imagem e semelhança”.
Se Jesus vivesse no seu lugar? Como seria? Como agiria? E como reagiria? Reagiria?

Jesus é o modelo, o tipo, o padrão de Deus deixado para nós – o primogênito de uma nova raça e não mais o “unigênito” – aleluia! Ele é o Verdadeiro Radical Livre que queremos seguir.
“Ele veio ao mundo cheio de graça e de verdade e manifestou a glória do pai aos homens”, As multidões o podiam ouvir por três dias sem comida” – Ele era um imã de Deus na terra dos humanos.
Nós fomos chamados para ser tal qual Ele é, temos o mesmo Espírito dentre de nós, a mesma autoridade e estamos totalmente libertos do poder do pecado. Fomos constituídos “Embaixadores” de Deus na terra – chamados para expressar e governar em nome de Deus.

O Brasil há de conhecer e ser o povo santo da vida abundante, da graça e da justiça de Deus.
Que no final da nossa oportunidade, quando nossa geração estiver passando, possamos olhar para traz e poder dizer como Paulo: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda”. 2Tm4:7,8.

Radicalidade


Com o passar dos anos tenho descoberto que não tem como ter sucesso na vida cristã sem radicalidade. Não estou falando de extremismo tolo, religioso. Estou falando de ser inteiro para com Deus e a sua obra.
Para Deus não existe meio termo: ou somos frios ou somos quentes. A etimologia da palavra medíocre é “uma pessoa que tem como alvo subir a montanha toda e pára no meio,sem descer nem acabar de subir. Quantos saíram da igreja porque perderam a radicalidade, a paixão pelo Senhor?
Existem radicalidades que não podemos perder ao longo dos anos: LIDERANÇA, PAIXÃO, SANTIDADE e CONSAGRAÇÃO.

JESUS O GRANDE EXEMPLO DE RADICALIDADE

Primeiro Jesus deixa tudo por causa do reino ao ponto de dar sua própria vida em nosso favor. Se você quer ser um radical no reino de Deus, você tem que dar sua vida. Veja o ensinamento de Jesus em Lucas 14.25-27, 33:

Aborrecer familiares – haverá momentos que nossos entes queridos serão aborrecidos por causa do reino;
Aborrecer a si mesmo;
Renunciar tudo que tem.

Todos esses três aspectos acima mostram que pra sermos vencedores temos que ser radicais. Jesus deixou ensinamentos duros de aceitar, mas que mostram a seriedade da obra de Deus.

A PROPOSTA DE SATANÁS

No Antigo Testamento temos a ilustração de uma verdade espiritual que conhecemos hoje. Existia o povo de Israel, que estava no Egito, governado por Faraó. Moisés veio para libertar o povo de Israel e levá-lo à terra prometida. O povo de Israel são os crentes que se converteram, o Egito simboliza o mundo e Faraó o diabo. Moisés aponta para Cristo que veio libertar seu povo da escravidão do diabo e do mundo.

No livro de Êxodo vemos algumas PROPOSTAS que o diabo faz ao povo de Israel:

Êx. 8.25 – Fiquem nessa terra – permaneça vivendo uma vida mundana.

Êx. 8.28 – Não vá muito longe. Em outras palavras não seja tão radical assim. Pra quê tanto jejum, ou tanta reunião, ou tanta oração?

O diabo sempre vai tentar tirar a nossa radicalidade e nos fazer retroceder naquilo que Deus tem pra nós.

HOMENS RADICAIS NA BÍBLIA

1. Davi (1 Sm 17.26)

Ele não temeu enfrentar os desafios que apareceram no seu caminho. Não retrocedeu diante das lutas e dos Gigantes que vieram. Quantos de nós passamos por lutas e desistimos de lutar, Abandonamos nossa RADICALIDADE?
Hb 10:35-39: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará; todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma. Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma.”

Onde estão aqueles que irão para guerra e não voltarão antes de trazer a cabeça do gigante como o sinal da vitória?

2. Moisés (Êx. 33.7-11, 15)

Era um homem que amava a presença de Deus. Era um homem apaixonado pela glória de Deus. Como está sua paixão por Deus, pela presença de Deus? Muitos saem da igreja ou mesmo se esfriam quando deixam a paixão por Deus se perder ao longo da vida cristã.

Quando paramos de contemplar o Senhor começamos a olhar os defeitos dos homens. Onde estão aqueles que são apaixonados e desesperados pela glória de Deus?

3. Daniel (Dn 1.8)


O coração de Daniel não se contaminou com as comidas do mundo. Muitos param de se alimentar do Senhor e passam a comer das comidas que o mundo oferece. Comida nos fala de prazer e satisfação. Qual tem sido o seu alimento nesses dias? Como está a sua consagração?

4. José (Gn 39.7-12)

Não deixou o pecado entrar na sua vida, antes fugiu dele. Onde estão aqueles que são RADICAIS contra o pecado?

O RESULTADO DESSES HOMENS

Davi se tornou grande guerreiro e um homem segundo o coração de Deus.

Moisés foi um dos maiores homens na Bíblia, conduzindo uma multidão à terra prometida.

Daniel foi colocado entre os príncipes para governar.

José reinou e por causa dele hoje existe a nação de Israel.

ONDE ESTÃO AQUELES QUE SERÃO RADICAIS NESSA GERAÇÃO? NÃO DEIXE QUE O TEMPO TIRE A SUA RADICALIDADE.

O chamado para uma revolução


Cremos que somos uma geração de libertadores, porque o nosso chamado se assemelha ao de Moisés. Ele também foi resposta de Deus ao clamor de uma nação de escravizados. Contudo, muito antes de tratar com os filhos de Israel, Deus teve que tratar com Moisés; e antes de ser usado Moisés teve que ser primeiro liberto daquela geração, de si mesmo, da opinião dos homens e da mentalidade natural.
Moisés viveu e foi formado na mentalidade egípcia, assim como nós na grega, mas houve um momento em sua vida, em que ele ouviu a voz de Deus chamando-o a libertar Israel, quando teve que romper de maneira absoluta com o Egito e suas estruturas, a fim de servir a Deus somente.
Ele abriu mão do “sucesso” desta vida. E foi justamente esta decisão – profunda e ousada – que afetou por completo toda a sua vida e a da nação de Israel. Foi sua atitude radical - de um homem radical com Deus - que mudou todo o curso da história do povo de Deus em sua época.
Moisés passou, mas o propósito de Deus persiste. Hoje o Egito é o mundo e tudo o que ele nos oferece é um “palácio”. Entretanto, para nós que cremos no Senhor, tudo é vaidade. Somente uma coisa importa aos radicais com Deus: o galardão vindouro. É necessário que tenhamos a convicção do Chamado e a disposição de abandonar os impedimentos, para atender a Deus.
Primeiro impedimento: A mentalidade (e os valores) deste Século
“O que pensamos quando estamos com liberdade para pensar sobre o queremos ser” é o que somos ou logo seremos. O pensamento instiga o sentimento, que dispara a ação. Se queremos agir corretamente, temos que pensar corretamente.
A imagem que temos de Deus determina o Deus que adoramos. O relacionamento com Deus exige de nós um espírito novo e uma mente nova. É aqui que a batalha se trava: a mente de Cristo versus a mente do mundo (Rm 12:1). Quem nasce de novo, tem um espírito novo e uma mente velha que precisa ser renovada. Esta é a guerra.
Se você tem tratado por comum o que Deus chama de santo, é tempo de arrependimento! Que “imagem” você tem do Deus a quem serve? O povo de Israel adorou um bezerro de ouro, porque era a imagem egípcia que tinham de Deus. Hoje também a nossa geração tem reduzido o Deus incorruptível, não a um bezerro, mas à imagem do homem corruptível.
Assim como Israel estava rodeado por uma sociedade que adorava animais e insetos, a igreja hoje está rodeada por uma cultura que adora o homem. Hoje somos “amiguinhos de Deus” e achamos que o que Deus quer é que “sejamos felizes”.
Há uma geração de filhos de Deus dentro da Igreja que, como o povo de Israel, embora libertos, têm carregado seus “bezerros de ouro” por causa de uma mentalidade mundana e presa ao passado. Uma geração que tem um espírito novo, mas uma mente velha e cheia de valores fúteis, desenvolvendo um relacionamento “sensual” com Deus - uma intimidade sem temor -, totalmente dependentes das emoções e sensações em seu relacionamento com o Deus que é o Senhor do Universo.
O rio cristalino que flui do coração de Deus em nossos cultos está sendo contaminado pelas águas impuras que escorrem dos altares de abominação de Eros. Cristo tem sido cortejado com uma familiaridade que revela total ignorância de quem Ele é por parte dos que O “adoram”.
Sei que estas são palavras duras, mas, como pastor, tenho que tomar a minha arma de guerra e defender as minhas ovelhas, ao invés de me ater em simples meditações de temas inspiradores, enquanto elas correm perigo de vida.
Segundo impedimento: O Cristianismo instantâneo
O “valor do instantâneo” tem produzido o “Cristianismo instantâneo”, que hoje serve aos mesmos propósitos da Religião: ignora o passado, garante o futuro e libera o crente para seguir as inclinações da sua carne com “boa consciência” e o mínimo de restrição.
Esse Cristianismo confunde milagres com mágica e desconsidera que o ato de fé em Cristo estabelece um relacionamento pessoal entre dois seres morais inteligentes - Deus e o homem reconciliados -, que não se estabelece senão em uma vida de andar juntos, dia após dia, numa caminhada bem longa.
Os adeptos desse conceito ignoram os efeitos santificadores dos sofrimentos, do carregar da cruz e da obediência prática; olvidam a necessidade de treinamento espiritual, de formar hábitos espirituais corretos e de lutar contra o mundo, o diabo e a carne. Livram-se da necessidade de vigiar, lutar e orar, e se consideram liberados para gozar deste mundo enquanto aguardam o outro.
Terceiro impedimento: O “deus Entretenimento”
A maneira como pensamos o mundo estabelece o nosso relacionamento com ele e afeta diretamente o nosso relacionamento com Deus. O mundo nunca mudou, mas como tem sido diferente a visão do crente hodierno com relação a ele, do que era a dos nossos pais na fé!
Os homens de Deus do passado concebiam o mundo como um campo de batalha. Acreditavam que o pecado, o diabo e o Inferno compunham uma força única; enquanto Deus, a justiça e o Céu eram a força contrária à deles. Que os dois poderes lutavam incessantemente na natureza humana, sendo a sua inimizade profunda, grave e irreconciliável.
Para eles, o crente tinha que escolher de que lado ficar. Não havia neutralidade. Era caso de vida ou morte - Céu ou Inferno; uma guerra mortal que duraria a vida inteira, mas que traria gozo e paz eterna ao vencedor, no fim da jornada cristã.
Hoje o fato é o mesmo dentro do Cristianismo, mas a sua interpretação mudou totalmente. Os homens não pensam mais no mundo como um campo de batalha, mas sim como um parque de diversões. “É certo que não morrerás...”, disse o diabo a Eva no Jardim. E hoje ele continua com a mesma estratégia: “Viva tranqüilo... Afinal, por que ser tão radical? Você não vai morrer agora mesmo...”.
Essa é a mentira milenar que tem prevalecido para nos impedir de nos preocuparmos com a urgência do cumprimento da vontade de Deus: que não estamos aqui para lutar ou sofrer, mas para nos divertir. Infelizmente, para muitos cristãos, esta não é uma terra estranha, mas um lar. Isso tem afetado a vida cristã conforme o padrão de Deus.
A mente por traz de tal conceito faz todo mundo “fazer de conta” que é crente, buscando uma vida feliz e sem problemas, pregando um Evangelho promocional, de um “Jesus-Papai-Noel” que nos enche de presentes para que nos sintamos motivados a segui-lO. O resultado disso é um povo “raso” e egoísta, que não conhece a Deus, que não é Igreja de verdade, e que deixa o diabo em paz para fazer o seu trabalho nesses dias do fim.
O desordenado apego atual a toda forma de entretenimento é prova de que a vida interior do homem está em sério declínio. O homem comum tornou-se um parasita no mundo, extraindo “vida” do seu ambiente, incapaz de viver um só dia sem o estímulo que a sociedade lhe fornece.
Os homens estudam e se esforçam para ter um excelente emprego, para ganhar muito dinheiro, com o único fim de poderem se divertir bastante. Ter prazer é algo saudável, desde que o entretenimento seja usado com discrição, como forma de relaxamento e descanso. Mas a grande questão é que o entretenimento hoje está sendo cultuado como um “deus”, contra quem no passado a Igreja lutou acirradamente, evitando ter sua atenção desviada da sua responsabilidade moral para com Deus e o Seu propósito. Mas o que vemos hoje? – A Igreja uniu-se a ele!
Em muitos lugares, o “entretenimento gospel” há muito tomou o lugar central nas igrejas, que se transformaram em verdadeiros teatros e palcos de espetáculos, para isso removendo do centro Aquele que é a essência da vida cristã – Jesus Cristo - e substituindo a adoração a Deus pela adoração ao homem e ao seu prazer.
É também por isso que somos pelas células. Nelas não há pregador famoso, nem grupo de louvor famoso, nem equipes de dança, nem qualquer outro atrativo “especial” que possa chamar a atenção do crente ou do visitante. Ali só há Cristo e só se firma quem quer Cristo e não atrações.
Você precisa avaliar sua vida à luz da Palavra de Deus e rejeitar todo tipo de envolvimento com o que quer que seja que disperse a sua atenção de seguir a Cristo Jesus, como Seu discípulo, custe o que custar.
Este mundo, definitivamente, não é um parque de diversões! Posicione-se, meu irmão! Hoje Deus está em busca de quem não corre atrás dos “grandes homens”, mas sim do grande Deus, que está edificando uma Igreja santa, pura, separada, comprometida, envolvida com o Seu propósito. Você está dentro ou fora desse padrão?
A imagem que temos de Deus precisa ser formada pela Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – e não pela nossa limitada e influenciada percepção espiritual. Nós não somos senhores de nada, mas Ele – o Deus Triúno - é o Senhor absoluto de tudo o que existe! Estamos aqui para serví-lO e fazê-lO feliz – e não o contrário (ainda que muitos gostariam que assim o fosse).
Moisés teve que tomar uma decisão difícil - de romper completa e profundamente com aquela geração e com seus valores. Ele teve, assim como Jesus, de ir ao deserto para experimentar o Deus da sarça. Teve que lutar com o diabo na experiência do cajado que se transformou em serpente. Teve que lutar com a carne na experiência da mão leprosa Teve que lutar com o mundo na experiência das águas que se tornaram em sangue.
Ele teve que aprender a depender de Deus, teve que ser liberto de si mesmo e do povo. Só então ele pôde ser usado como libertador daquela geração escravizada, a fim de estabelecer um lugar de adoração apropriado ao Senhor – um lugar de intimidade, onde a glória de Deus se manifestasse em sua própria face.
Moisés abandonou o lugar seguro e subiu sozinho no Sinai. Aprendeu a cultivar a solidão de um líder. Aprendeu a obedecer a fim de receber estratégias acertadas para conquistar as cidades da Promessa. Ele se reproduziu em Josué pelo muito que se dispôs e obedeceu primeiro.
Agora é a nossa vez! O bastão da corrida da fé já nos foi passado. A nossa geração geme, esperando pela manifestação dos filhos de Deus. O Espírito Santo geme, intercedendo pela manifestação da Igreja. E quanto a nós? Também não vamos gemer para que Deus Se manifeste em e através de nós, para libertar essa geração dos padrões mundanos, para, com a mente de Cristo, conquistar o padrão tão sonhado por Deus – de uma Igreja de vencedores?
É hora de tomarmos posição como um povo liberto do pecado, do mundo, da carne e do diabo, para sermos canais de libertação aos que, perdidos, caminham desgovernadamente em direção ao Lago de Fogo.

O Poder da Lingua


A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas.Disse Deus: Haja luz; e houve luz (Gn 1.2-3).
Quando nós olhamos para a palavra de Deus podemos perceber que todo o construir de Deus é pelo seu Espírito e pelo seu falar. Sempre que o Espírito de Deus está presente e o Seu falar está sendo liberado, o edificar da vida de Deus está acontecendo.
Podemos dizer que em grande medida, ou até mesmo em toda ela, a vida cristã é uma questão do Espírito pairar e Deus falar. Esse é o mover de Deus. Tudo começou pelo falar de Deus, e tudo começa em nossa vida em relação a Deus com o nosso falar ligado ao nosso coração. (Rm 10.8-10).
É na nossa boca, no nosso falar que encontramos a chave para entrarmos no reino de Deus, para sermos salvos, e depois veremos por toda a bíblia que pelo mesmo princípio do falar seguido de uma fé procedente do coração é que viveremos e reinaremos com Cristo. (Provérbios 18.21). O Senhor nos tem como noiva, e a sua visão a nosso respeito é um falar cheio de vida. (Ct 4.11).
Mas aqui chegamos então à grande questão, sempre haverá um mover das trevas paralelo ao mover de Deus. O mover de Deus é o homem falando palavras, fruto de um coração puro e cheio de fé, fundamentado nas promessas de Deus. O mover das trevas é o homem falando mentiras, tomado de inveja e sentimentos facciosos como filho do diabo. (Jo 8.43-47; Ap 16.13; 13.5-6).
O mover de Deus diz que Jesus é o caminho a verdade e a vida, o mover das trevas está estabelecido sobre satanás sendo o pai da mentira. Sempre que a mentira, a fofoca, os exageros, as palavras doublés estão em nosso boca, o reino das trevas está acontecendo através de nós e você está se tornando filho do diabo disse Jesus.
Mas quando você caminha na verdade, o reino de Deus está sendo estabelecido através da sua vida e você está sendo edificado como filho de Deus. Não é uma questão aqui irmãos de chamar a sua atenção para não mentir, fazer fofoca, murmurar ou coisas do tipo, é antes uma questão de revelação e decisão de não dar lugar ao diabo na sua vida e viver para edificar unicamente o reino de Deus. (Ef 4.25-27).
Uma das frases extremamente poderosas que Jesus disse é que satanás não tinha nada nele. Ele disse isso porque da sua boca nunca saiu mentira alguma. Sempre que mentimos o diabo alcança algo em nós, é o preguinho que o concedemos em nossa casa, certamente ele irá pendurar a sua carniça em algum momento. (Jo 14.30).
Satanás tem alcançado muitas coisas na vida de muitos irmãos porque você mesmo tem permitido, e a grande porta de entrada são seus lábios. Hoje somos chamados ao arrependimento e um novo posicionamento em relação ao nosso falar afim de que sejamos encontrado vencedores naquele dia. Vejamos porque precisamos lidar com a questão do nosso falar se queremos ser parte de um povo vencedor.
Tg 1.26 - Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o próprio coração, a sua religião é vã.
Tg 3.1-18 - Meus irmãos, não vos torneis, muitos de vós, mestres, sabendo que havemos de receber maior juízo. Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo. Ora, se pomos freio na boca dos cavalos, para nos obedecerem, também lhes dirigimos o corpo inteiro...
1º - O vencedor é aquele que refreia a sua língua (Tg 1.26)
A bíblia diz que se ignorarmos a questão da língua enganamos o nosso próprio coração e a nossa vida cristã é uma farsa. A bíblia diz isso porque sabe que a língua tem o poder de tanto de construir como de destruir e que a sua fonte é o coração e não a podemos ignorar. (Pv 18.21; Lc 6.45; Mt 15.11; Mt 15.18). A chave do refrear a língua está em lidar com o coração, até porque veremos que a língua não pode ser contida, ela é apenas um canal que permite o fluir do que vem do coração.
2º - Lidar com a língua é lidar com o coração (Tg 3.8; Tg 3.14-16)
Se não lidarmos com o nosso falar jamais poderemos ser vencedores, pois o nosso cristianismo será uma farsa, como já dissemos. Vemos no entanto que a língua não pode ser domada, o que fazer então? Se queremos lidar com a língua precisamos lidar com o coração (Pv 4.23; 17.20).
3º - Lidar com a língua é uma questão de temor de Deus (Pv 8.13; Ec 5.2; Mt 12.34-37)
Se queremos lidar com a língua precisamos lidar com o coração, e o caminho para lidarmos com o coração é buscarmos o temor de Deus, pois todos nós compareceremos diante dele naquele dia para prestarmos contas das nossas palavras.
O temor do Senhor vem por estarmos diante dele e vermos sua glória trancados no nosso quarto. O que irmãos que tropeçam no seu falar são com certeza aqueles que não tem estado diante do Senhor e por isso não os tem visto e consequentemente falta lhes temor. Ninguém pode ver o Senhor e não temê-lo, ninguém pode ver o Senhor e não lidar com o seu falar. (Is 6.5; 6.7).
4º - Lidar com a língua é uma questão de não aborrecer ao Senhor e de não se tornar abominável aos seus olhos (Pv 6.16-19)
De seis coisas que o Senhor se aborrece, duas estão ligadas à língua e o que Ele abomina também. O grande problema da fofoca é que ela atrai a ira de Deus, pois destrói o corpo de Cristo e não pode ficar impune. (1 Co 3.17).
5º - Deveríamos lidar com o nosso falar, pois a maledicência separa os que são da parte do Senhor dos que não o são (Pv 16.30; 10.6; 10.11; 10.14; 10.31; 10.32; 11.9; Jr 9.3; 9.5; 9.8; 18.18; Rm 3.13)
Há uma diferença clara entre o justo e o ímpio, e tudo está ligado com o nosso falar. Benção e violência, vida e violência, conhecimento e ruína, sabedoria e perversidade, bem e mal, libertação e destruição.
6º - Se queremos participar de uma grande obra precisamos lidar com a nossa língua (Tg 3.3-5)
A língua se gaba de grandes coisas, pois com ela grandes obras podem ser edificadas, assim como a grandes ruínas. Hoje precisamos nos levantar com a atitude de escolhermos usar nossos lábios para o fluir do Espírito e da sua palavra como filhos de Deus, afim de participarmos da obra que o Senhor tem realizado em nosso meio e sermos encontrados fiéis. (Ef 4.29; Tg 3.10-12).
7º - Sejamos humildes ao lidarmos com a nossa língua e clamemos ao Senhor para nos dar um falar segundo a sua palavra (Sl 141.3; 39.1; 120.2; Ap 1.16)
Da boca do Senhor sai uma espada afiada de dois gumes, uma espada que salva e que edifica, que instrui e que julga. Que ao olharem para nós os homens possam ver tal espada que, saindo da nossa boca possa penetrar ate o ponto de dividir juntas e medulas, alma do espírito e discernir os propósitos do coração dos homens.
Que nossos lábios sejam para o glorificar de nosso Pai, e que naquele dia, quando formos julgados pelo nosso falar, possa o Senhor achar em nossos lábios motivo de nos coroar.